Não é de hoje que se observa a
relação de promiscuidade existente entre as federações estaduais de futebol e a
Confederação Brasileiro de Futebol (CBF). A Assembleia Geral da CBF que ocorreu
na última quarta (29) demostrou como funciona essa relação que prejudica a
décadas o futebol nacional.
O presidente da CBF e do Comitê
Organizador Local (COL) da Copa do Mundo FIFA 2014 o Dr. Ricardo Teixeira está
enfraquecido junto a presidente Dilma e perante a própria Fifa, que chegou a
ameaçar Teixeira com a possibilidade de divulgação do inteiro teor do processo
que corre contra o dirigente da CBF na justiça da Suíça. A renuncia do
dirigente, que está desde 1989 na CBF, era dada como certa, mas terminou não
acontecendo.
Segundo o Blog do Menon no portal UOL
até o ex-presidente Lula, que demonstrou nos oitos anos de governo conviver de
forma harmônica com corruptos, teria ligado para Teixeira recomendando a permanência
do mesmo.
Se perdeu força política junto o
Planalto e a FIFA o mesmo não ocorreu na relação com a s federações locais, tanto
que na última reunião, segundo informações do site da CBF, os participantes [da reunião que são ospresidentes das 27 federações e
os 5 vices da CBF] declararam mais uma vez, por unanimidade, o apoio ao
presidente Ricardo Teixeira.
Mas esse apoio não veio de forma gratuita.
Segundo informações da Folha.com (confira
aqui) o dirigente-mor da CBF anunciou um aumento de 60% na verba repassada
as federações locais. Agora cada federação vai embolsar por mês R$ 50 mil e não
mais R$ 30 mil.
Até o presidente da nossa federação
apoiou Dr. Ricardo Teixeira. José Vanildo saiu de Natal com um discurso de
apoio crítico.
Fica cada vez mais claro que o
forma de interação entre as entidades organizadoras do nosso futebol é prejudicial.

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